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Transição ecológica: Como adaptar as cidades às crises climáticas?

Fala, Cidadão!

Em entrevista simultânea com os integrantes do INCT Observatório das Metrópoles as professoras Natália Mol (UFMG), Thêmis Aragão (IBMEC) e o professor Wilson Roseghini (UFPR) falam durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre: “Transição ecológica: como adaptar as cidades às crises climáticas?”. ‪@ObsMetropoles‬

E ainda:
◼O impacto do seu voto no meio ambiente;
◼Mudanças climáticas e energia elétrica, eólica, fotovoltaica;
◼Como a infraestrutura verde pode minimizar os extremos climáticos?
◼A importância da drenagem e saneamento;
◼A grande variedade de eventos climáticos;
◼Cidades contribuem com 70% das emissões de gases no efeito estufa; transporte rodoviário contribui com 20%;
◼A necessidade da manutenção da infraestrutura verde nas cidades;
◼Como preparar-se e prevenir desastres climáticos?
◼Os profissionais que criam planos locais de prevenção e gestão de riscos ambientais;
◼93% dos municípios brasileiros já sofreram com algum tipo de desastre ambiental, segundo a CNM.

Essa entrevista integra o projeto “Observatório das Metrópoles nas Eleições: um outro futuro é possível” que visa incidir na agenda pública no momento eleitoral de 2024, com a elaboração de artigos de opinião, entrevistas e cartas de compromisso pelo coletivo de pesquisadoras e pesquisadores integrantes dos 18 núcleos regionais da rede de pesquisa.

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Milícias, ilegalismos e serviços urbanos.

Fala, Cidadão!

Em entrevista simultânea com os integrantes do INCT Observatório das Metrópoles, a professora Mirelli Gomes (UFPB) e os professores Antonio Rafael Marchezan (UEM) e Thiago Canettieri (UFMG) falam durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre: Milícias, ilegalismos e serviços urbanos. ‪@ObsMetropoles‬
E ainda:
– Relação entre indústria da droga, o setor imobiliário e a ocupação de terras;
– O caso Marielle Franco a relação com o mercado imobiliário e o jogo do bicho nas periferias;
– A relação do tráfico com o recrutamento nos presídios;
– O recrutamento de jovens nas periferias pelas facções, como alternativas à sobrevivência;
– Drogas para além de questões de saúde e assistência social;
– A participação da polícia na violência da periferia;
– A situação das mulheres em meio a onda de violência urbana nas periferias.

Essa entrevista integra o projeto “Observatório das Metrópoles nas Eleições: um outro futuro é possível” que visa incidir na agenda pública no momento eleitoral de 2024, com a elaboração de artigos de opinião, entrevistas e cartas de compromisso pelo coletivo de pesquisadoras e pesquisadores integrantes dos 18 núcleos regionais da rede de pesquisa.

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Transição Ecológica: entre secas e enchentes, onde vamos parar?

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Em entrevista simultânea com os integrantes do INCT Observatório das Metrópoles os professores Jeffer Castelo Branco (UNIFESP), Fabian Domingues (UFRGS) e Eustógio Dantas (UFC) falam durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre: Transição Ecológica: entre secas e enchentes, onde vamos parar? ‪@ObsMetropoles‬
E ainda:
– Transição ecológica de onde e para onde?
– Desenvolvimento Humano Sustentável;
– Se Deus é brasileiro, a cidade não virará mar?
– As ocupações ilegais e a tentativa de legalizar o que prejudica o meio ambiente;
– Recados do desastre socioambiental do Rio Grande do Sul para o Brasil;
– Capacidade estatal de respostas versus Estado Mínimo;
– Possíveis caminhos e soluções.

Essa entrevista integra o projeto “Observatório das Metrópoles nas Eleições: um outro futuro é possível” que visa incidir na agenda pública no momento eleitoral de 2024, com a elaboração de artigos de opinião, entrevistas e cartas de compromisso pelo coletivo de pesquisadoras e pesquisadores integrantes dos 18 núcleos regionais da rede de pesquisa.

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Justiça ambiental e o acesso universal à água.

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Em entrevista simultânea com os integrantes do INCT Observatório das Metrópoles os professores Darci Campani (UFRGS), Carlos Ribeiro (UFF) e a professora Kainara dos Anjos (UFCG) falam durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre: Justiça ambiental e o acesso universal à água. ‪@ObsMetropoles‬
E ainda:

– Controle social e justiça ambiental;
– A importância dos planos de saneamento municipais;
– Injustiça hídrica e acesso à água para todos;
– A cultura e a participação popular em relação ao saneamento;
– Saneamento e eventos climáticos;
– Privatização das companhias de água, como a CEDAE e o impacto no Norte Fluminense e da SABESP em SP;
– Mercantilização da água e riscos ambientais.

Essa entrevista integra o projeto “Observatório das Metrópoles nas Eleições: um outro futuro é possível” que visa incidir na agenda pública no momento eleitoral de 2024, com a elaboração de artigos de opinião, entrevistas e cartas de compromisso pelo coletivo de pesquisadoras e pesquisadores integrantes dos 18 núcleos regionais da rede de pesquisa.

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Mobilidade urbana, transporte público e a Coalizão Triplo Zero.

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m entrevista simultânea com os integrantes do INCT Observatório das Metrópoles as professoras Ana Marcela Ardila (UFMG), Lorena Cavalcante (UFG) e o professor Breitner Tavares (UNB) falam durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre: mobilidade urbana, transporte público e a Coalizão Triplo Zero. E ainda: ‪@ObsMetropoles‬

– Coalizão Triplo Zero: tarifa, emissão de poluentes e mortes no trânsito;
– Práticas diferenciadas de mobilidade;
– Políticas de mobilidade urbana e ideias criativas;
– O impacto positivo da bicicleta na mobilidade urbana;
– O papel do usuário na mobilidade e transporte público;
– Pensando e repensando novos modelos de mobilidade urbana;
– Modelo de sistema TPC na Região Metropolitana de Minas Gerais.

Essa entrevista integra o projeto “Observatório das Metrópoles nas Eleições: um outro futuro é possível” que visa incidir na agenda pública no momento eleitoral de 2024, com a elaboração de artigos de opinião, entrevistas e cartas de compromisso pelo coletivo de pesquisadoras e pesquisadores integrantes dos 18 núcleos regionais da rede de pesquisa.

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Rogério Carvalho | Comunicação sem filtros nas redes causam danos ao processo civilizatório.

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O Senador Rogério Carvalho, fala durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre: A Comunicação sem filtros nas redes causam danos ao processo civilizatório.
E ainda:
– A comunicação do Governo Lula
– Avaliação do Governo Lula
– Análise da Conjunta Política
– Eleições 2024 e a prioridade do PT no Brasil
– Relação entre o governo Lula e o Congresso
– O impacto das redes e mídias digitais nesta relação
– O estrago que a Avaliação sem filtros promovida pelas redes e mídias digitais causam ao processo civilizatório.

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Um diálogo entre a Ciência Política e o Marxismo.

Fala, Cidadão!

O Professor em Ciência Política-UNB, Luis Felipe Miguel, fala durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre: Um diálogo entre a Ciência Política e o Marxismo e o lançamento do seu novo livro sobre esta temática.

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[GOVERNO DO RN] RN emprega 10 mil diárias operacionais na segurança do Mossoró Cidade Junina

O Governo do Rio Grande do Norte está assegurando, mais uma vez, um importante reforço para a segurança pública durante a realização do Mossoró Cidade Junina. As festas começam neste sábado (1º) e vão até 29 de junho. Serão 10 mil diárias operacionais durante todo o período, totalizando mais de R$ 2,5 milhões. Por dia, cerca de 600 profissionais atuarão no evento, considerado um dos mais tradicionais do Nordeste.

No planejamento da segurança pública, o efetivo ordinário da região será reforçado pelo serviço extraordinário por meio de diárias operacionais. Servidores da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Instituto Técnico-Científico de Perícia atuarão em todo o Corredor Cultural, localizado na Avenida Rio Branco, onde acontecem os principais eventos neste período, e também nos demais polos de festas na cidade.

As instituições de segurança pública trabalharão de forma integrada durante o Mossoró Cidade Junina. A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) instalará o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) na cidade. A estrutura proporciona um monitoramento constante das ações, fundamental para o planejamento dos efetivos.

Entre as forças, o Itep apresenta uma novidade para este ano. Além do apoio técnico e científico em possíveis apreensões de substâncias entorpecentes pelas equipes policiais, o instituto terá uma estrutura de laboratório para confecção de laudos preliminares de constatação de drogas e fará ações educativas sobre os cuidados que a população deve ter em relação ao golpe conhecido como “Boa Noite, Cinderela”.

Responsável pelas ações investigativas, a Polícia Civil terá dois plantões funcionando nos dias de festa. Um será fixo, no prédio da Delegacia de Plantão em Mossoró, e outro instalado na Estação das Artes, para atender as ocorrências durante o evento.

 

Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Norte 

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[GOVERNO DO RN] Taxa de alfabetização no RN é a maior dos últimos 30 anos

O Rio Grande do Norte apresentou uma taxa de alfabetização de 86,14% entre a população de 15 anos ou mais em 2022. Este é o dado apresentado pelo Censo Demográfico 2022, divulgado na última semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Os resultados divulgados também apontaram uma taxa de analfabetismo no estado de 13,86%.

No Censo de 1991, o RN alcançou a taxa de 65,1% da população alfabetizada. Na medição do ano 2000 a taxa era de 76,2% e em 2010, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), 82,2%. Em um intervalo de 30 anos, o RN reduziu 21% no número de analfabetos. O RN tem uma taxa de alfabetização superior aos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí e Alagoas.

Na avaliação da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer, a análise das taxas do Rio Grande do Norte revela um cenário complexo e diversificado, destacando tanto os avanços significativos quanto os desafios persistentes. Com uma taxa de alfabetização geral de 86%, o estado demonstra um progresso notável. No entanto, uma análise mais detalhada dos dados por grupos raciais, sexos e faixas etárias revela disparidades históricas e que são fruto de estudo pela pasta.

A secretária de Educação do Rio Grande do Norte, Socorro Batista, aponta, diante dos dados apresentados, os esforços e os desafios enfrentados pelo estado. “Há progressos significativos que alcançamos em termos de alfabetização, especialmente entre os jovens e as mulheres. No entanto, reconhecemos que ainda há muito trabalho a ser feito para garantir que todos os cidadãos, independentemente de raça, idade ou gênero, tenham acesso à educação de qualidade”, ponderou a secretária.

A análise por gênero mostra que as mulheres, de maneira geral, têm maiores taxas de alfabetização que os homens. A taxa de alfabetização entre as mulheres é de 88,69%, enquanto entre os homens é de 83,35%. Mulheres brancas lideram com uma taxa de 90,98%, seguidas pelas pardas (87,99%) e amarelas (87,02%). As mulheres pretas têm uma taxa de 82,91%.

Entre os homens, a taxa de alfabetização é mais baixa em todos os grupos raciais. Homens brancos apresentam uma taxa de 86,75%, seguidos pelos amarelos (83,76%) e pardos (82,25%), enquanto homens pretos têm a menor taxa de alfabetização, com 77,35%. Esses dados apontam que políticas de educação, seja do nível municipal, estadual e federal, devem levar em consideração esses cenários, especialmente em grupos raciais menos favorecidos, são necessárias para equilibrar esses índices.

A população indígena do estado apresenta uma taxa de alfabetização inferior à média geral, com 78,50% dos indígenas alfabetizados e 21,50% não alfabetizados. Esse dado indica a necessidade de programas educacionais mais direcionados e culturalmente adaptados para essa população, que enfrenta desafios específicos no acesso à educação. Essas políticas estão em discussão em nível nacional pelos fóruns representativos e pelo Ministério da Educação.

Quando examinamos as taxas de alfabetização por diferentes faixas etárias, percebemos uma tendência de diminuição com o aumento da idade. Entre os jovens de 15 a 19 anos, a taxa de alfabetização é de 97,28%, enquanto entre aqueles de 20 a 24 anos é de 96,96%. Nas faixas etárias de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos, as taxas de alfabetização são de 95,86% e 91,18%, respectivamente. No entanto, entre os indivíduos de 45 a 54 anos, a taxa cai para 82,66%.

Esses dados mostram que os jovens apresentam taxas de alfabetização muito altas, próximas a 100%, enquanto as taxas diminuem significativamente em faixas etárias mais altas. Este padrão sugere melhorias na acessibilidade e na qualidade da educação ao longo do tempo, mas também destaca a necessidade de programas de alfabetização voltados para adultos e idosos. Uma das ações da SEEC neste campo é a Política de Superação do Analfabetismo, que, em sua primeira edição, alfabetizou mais de 10 mil potiguares em 113 municípios.

A análise das taxas de alfabetização no Rio Grande do Norte mostra um panorama geral positivo, com altas taxas de alfabetização entre jovens e mulheres. A SEEC reconhece que persistem desafios entre certos grupos raciais, a população indígena e faixas etárias mais altas. As políticas públicas focadas na inclusão educacional para populações indígenas e idosos são essenciais para alcançar uma alfabetização universal. A identificação dessas disparidades permite a implementação de estratégias mais eficazes para garantir o acesso à educação de qualidade para todos.

 

Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Norte

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As cidades em tempos de emergência climática.

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Em entrevista simultânea com os integrantes do INCT Observatório das Metrópoles a professora Heleniza Campos (UFRGS) e os professores Mário Lahorgue (UFRGS) e Luciano Fedozzi (UFRGS) falam durante entrevista ao programa Espaço Cidadão sobre “As cidades em tempos de emergência climática”. @ObsMetropoles E ainda:

– Desastre natural ou social?
– Planejamento urbano e adaptação climática;
– Como usar instrumentos legais existentes para mitigar e adaptar as cidades às mudanças climáticas?
– A ausência do Estado no planejamento das cidades e o desmonte das políticas públicas;
– Agravantes climáticos decorrentes de políticas governamentais;
– Estado x Mercado: o ganho de dinheiro com mau uso do solo compensa as tragédias ambientais e sociais?
– Os mais pobres sofrem mais com os desastres ambientais?
– O que fazer de agora em diante?

Essa entrevista integra o projeto “Observatório das Metrópoles nas Eleições: um outro futuro é possível” que visa incidir na agenda pública no momento eleitoral de 2024, com a elaboração de artigos de opinião, entrevistas e cartas de compromisso pelo coletivo de pesquisadoras e pesquisadores integrantes dos 18 núcleos regionais da rede de pesquisa.

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