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Dilma Rousseff é matematicamente eleita presidente do País

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou neste domingo (31), após o fim da votação em todo o País, que a candidata petista Dilma Rousseff está matematicamente eleita presidente da República com 55,49%. O total de votos apurados é de 94,01%. José Serra (PSDB) registrou 44,51%. Os dados levam em conta dados das 19h. O índice de abstenção atingiu 21,21%.

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Teotônio segue na frente em Alagoas, com dois terços das urnas apuradas

Com 66,30% das urnas apuradas, o governador Teotônio Vilela (PSDB) segue na frente na disputa pelo governo de Alagoas, com 53,14% dos votos válidos, contra 46,86% de Ronaldo Lessa (PDT).

Os votos em branco somam 2,49% e nulos 7,32%. Alagoas tem 2,033 milhões de eleitores. Até o momento, a abstenção registrada é de 17,89%.

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Ricardo Coutinho é eleito governador da Paraíba

Ricardo Coutinho (PSB) foi eleito governador da Paraíba neste domingo (31), no segundo turno. Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 20h01, ele tinha 53,61% dos votos, contra 46,39% do atual governador José Maranhão (PMDB). O vice-governador eleito é Rômulo Gouveia (PSDB).

A vitória de Coutinho se soma a outras conquistas do PSB nestas eleições. O partido, que até então só tinha o governo do Ceará e Pernambuco, reelegeu os governadores desses dois estados no primeiro turno, conquistou o Espírito Santo e agora irá administrar também a Paraíba.

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Dilma, a primeira mulher presidente do Brasil

Dilma Vana Rousseff, foi eleita hoje (31) presidente da República para o período de 2010 a 2014. Sem nunca ter disputado uma eleição, ela é a primeira mulher a chegar ao mais alto cargo do país. Economista, ex-ministra do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, de Minas e Energia e da Casa Civil, Dilma teve a eleição definida quando atingiu 55,43% dos votos válidos no segundo turno das eleições, ante 44,57% do candidato do PSDB, José Serra

Na campanha, Dilma destacou as conquistas dos dois mandatos do governo do presidente Lula, que a indicou para concorrer à Presidência. O seu mote de campanha foi a necessidade de o Brasil continuar crescendo na economia com inclusão social. A presidente eleita ressaltou que 28 milhões de pessoas deixaram a situação de miséria ao longo desses quase oito anos e prometeu trabalhar para erradicar definitivamente a pobreza no país.

No comando da Casa Civil, a presidente eleita conhecida por seu estilo durona, coordenou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais marcas do governo Lula, com ações em praticamente todas as áreas, desde infraestrutura até segurança pública. Dilma também foi responsável pelo lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, de forte apelo social.

Mineira de nascimento, Dilma começou na política no movimento estudantil, em Belo Horizonte. Combateu a ditadura militar (1964-1985), o que a levou à prisão, onde foi torturada. Em liberdade, recomeçou a vida em Porto Alegre, ao lado do ex-deputado Carlos Araújo, com quem era casada à época. Na capital gaúcha, participou da fundação do PDT de Leonel Brizola. Em 2000, deixou a sigla, junto com alguns trabalhistas históricos, como o ex-prefeito de Porto Alegre Sereno Chaise, e se filiou ao PT.

Dilma nasceu em 14 de dezembro de 1947, em Belo Horizonte, em uma família de classe média alta. Filha da professora Dilma Jane Rousseff e do advogado Pedro Rousseff, um búlgaro naturalizado brasileiro com quem adquiriu o gosto pela leitura. De acordo com pessoas próximas, Dilma era uma devoradora de livros, tendo construído uma sólida formação intelectual. Até os 15 anos, estudou no tradicional Colégio Sion, atual Colégio Santa Doroteia, escola onde eram educadas as filhas da elite da capital mineira. Ao ingressar no ensino médio, passou para o Colégio Estadual, escola pública mista, mais liberal, onde surgiram muitos dos líderes da resistência à ditadura em Minas.
 

* com informações da Agência Brasil

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Serra telefona para Dilma e a parabeniza pela vitória

A presidente eleita Dilma Rousseff recebeu telefonema por volta das 20h30 deste domingo (31) do candidato derrotado e seu adversário político na corrida pelo Palácio do Planalto, José Serra. De acordo com coordenadores da campanha petista, o tucano a parabenizou pela vitória na corrida presidencial.

Com 98,15% das urnas apuradas, Dilma Rousseff está matematicamente eleita para ocupar o posto mais importante da República. Ela registra 55,88% dos votos válidos, enquanto o ex-governador de São Paulo tem 44,12% da preferência do eleitorado.

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Dilma assumirá com maioria inédita no Congresso

A presidente eleita Dilma Rousseff começará seu mandato com a maior base de apoio no Congresso Nacional desde a volta das eleições diretas para presidente, em 1989. O desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de formar uma base ampla foi cumprido com a eleição de ao menos 372 deputados e 60 senadores aliados – mais do que os três quintos necessários para aprovar mudanças na Constituição.

O PT foi bem sucedido na estratégia de sacrificar candidatos ao governo em Estados importantes para ter a garantia de apoio do PMDB e conseguir a maioria no Congresso. Dilma tende a ter mais facilidade para negociar a maioria com outros partidos depois de eleita, como Fernando Henrique Cardoso e Lula tiveram que fazer em seus primeiros mandatos.

A habilidade de Dilma para lidar com desejos dos congressistas é uma incógnita, mas aliados dizem que a ajudarão nesta tarefa. Michel Temer (PMDB), vice-presidente eleito, foi presidente da Câmara por três vezes e já ajuda a acalmar os ânimos do Congresso e, principalmente, do PMDB, segunda maior bancada da Casa. Temer articula o revezamento entre PT e PMDB na Presidência das duas Casas legislativas nos próximos quatro anos.

 


 

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Lula faz reunião de transição no próximo dia 5

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva organizou o processo de transição para o próximo governo. Lula marcou para a próxima sexta-feira (5) uma reunião ministerial para orientar as ações e definir as atividades. As duas equipes de governo – da gestão Lula e do futuro presidente – terão dois meses de trabalho conjunto. A ideia é que todas as áreas colaborem com o futuro governo. O próximo presidente toma posse no dia 1º de janeiro de 2011.

O Ministério do Planejamento programou a liberação de R$ 2,8 milhões para despesas e contratação de até 50 funcionários, que trabalharão no governo de transição. O grupo vai trabalhar desde a proclamação da eleição – que normalmente ocorre dois dias depois da eleição (2) – até 31 de dezembro.

Lula também vai intensificar as viagens pelo Brasil e ao exterior. Para os próximos dois meses, o presidente deve visitar dez países. O primeiro deles será no próximo fim de semana quando vai para Moçambique onde inaugura de uma fábrica de medicamentos.

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Simão Jatene (PSDB) é eleito governador do Pará

O ex-governador do Pará Simão Jatene (PSDB) foi eleito para um novo mandato neste domingo (31). Com 92,72% dos votos apurados às 20h20, o tucano não podia mais ser ultrapassado pela governadora Ana Júlia Carepa (PT), com 43,80%.

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Carlos Eduardo já pensa em 2012

Com poucos dias para o fim das eleições, já tem político pensando em 2012. Carlos Eduardo, que foi derrotado nas eleições para o governo do estado, pretende atuar nas eleições, mas não sabe ainda se será candidato a prefeito de Natal.

De acordo com ex-prefeito, sau posição ainda não foi definida para 2012. "Vou participar da eleição, mas não sei como vou participar. Existe a possibilidade de eu ser candidato a prefeito. Preciso ouvir meu partido e os aliados. Porém, existe uma apelo popular para que eu seja candidato a prefeito de Natal", falou o presidente estadual do PDT.

"Não sei de onde saiu tanto dinheiro de Rosalba"

Mesmo com pouco mais de 10% das intenções de voto, Carlos Eduardo acredita que sua campanha foi vitoriosa. "Eu estava praticamente sozinho. Minha estrutra era mínima. Enquanto eu saia com três ou quatro carros, Rosalba fazia carreata com 40 ou 50 carros. Não sei de onde saiu tanto dinheiro para essa campanha. O voto em Carlos Eduardo foi de idealismo, já que todo mundo sabia que eu não iria ganhar", falou o ex-prefeito de Natal.

Apoio à Dilma

Apesar de não contar com o apoio de Lula no primeiro turno, Carlos Eduardo é um dos coordenadores de Dilma no segundo turno. "Tinha a promessa do Lula participar do meu programa. Infelizmente, ele só gravou para Iberê. Porém, Dilma tratou os dois candidatos da mesma forma. Eu e Iberê dividimos o palanque com ela. Nunca me falaram em posição no governo federal, Estou trabalhando por ela por achar que é a melhor candidata", concluiu Carlos Eduardo.

O governador Iberê Ferreira de Souza participou na noite desta quarta-feira (27) de grande passeata e de comício na cidade de Macau, em favor da candidatura de Dilma Rousseff a presidência da república.

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Conselho da OAB/RN acompanhará juridicamente a família de F. Gomes

O Conselho Seccional da OAB/RN designou os conselheiros Daniel Alves Pessoa, Janduí Fernandes, José Maria Bezerra e o presidente da Ordem em Caicó, Francisco das Chagas, para acompanharem juridicamente a família do jornalista Francisco Gomes, morto a tiros no dia 18 deste mês, na calçada de sua casa, no interior do estado. O Conselho também emitiu nota de repúdio ao crime e de solidariedade à família.

NOTA DE REPÚDIO E SOLIDARIEDADE À FAMÍLIA

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção do Rio Grande do Norte, e Subseções de Assu, Caicó, Macau, Mossoró e Pau dos Ferros, por unanimidade de seus membros, vêm, de público, prestar total e irrestrita solidariedade à família do jornalista e radialista F. Gomes brutalmente assassinado na noite do dia 18 de outubro.

 Nesta oportunidade a OAB/RN manifesta, também, sua preocupação com o clima de insegurança reinante no Estado, exigindo dos órgãos competentes medidas enérgicas no combate à criminalidade crescente que vitima a sociedade potiguar.
Por último, a OAB/RN repudia qualquer ato que venha atentar contra a vida de nossos cidadãos, e que viole a livre manifestação de pensamento e a liberdade de imprensa que de fato restaram maculados por meio do trágico assassinato do jornalista e radialista F. Gomes.
 

Rio Grande do Norte, outubro de 2010.
Conselho Seccional e Subseções de Assu, Caicó,
Macau, Mossoró e Pau dos Ferros da OAB/RN