Futebol, drogas e violência… Idolatrias, moral, ética…
Jamais devemos nos esquecer de que futebol é esporte e esporte é educação. Os vitoriosos do esporte tornam-se ídolos e consequentemente formadores de opinião.
Tolerar o intolerável, como em casos do jogador Wagner “Love” (love… quanto amor!) que mantém estreitas ligações com os promotores do tráfico de drogas, e agora como no caso que está sendo midiatizado pela imprensa nacional do envolvimento do goleiro Bruno com a morte de menina que engravidara dele… pode ser muito perigoso.
Não há como se conceber que um ser humano continue a idolatrar certas figuras apenas pelo que produzem pelo futebol…
Pode um fazer 10 gols e o outro agarrar dez penalts por jogo, mas ainda sim , não se justifica a permanência de nenhum em qualquer time que seja.

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