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A independência não nasceu de um grito.

Independência é processo, consciente e incessante. A independência começa na consciência individual. Mas só a consciência coletiva em ação, constrói a nação. A nação é resultado do esforço coletivo e consciente do país: Humano, repartidor de riquezas e solidário com seu povo.

Nação rima com justiça, inclusão, democracia e cidadania. País “independente”, sem essa consciência em prática: Não constitui uma nação; é, apenas, um riscado geográfico. Sem soberania, vulnerável culturalmente e economicamente dependente.

Que nós possamos começar a semana, com um espírito mais coletivo, mais humano, e com a devida noção de que juntos e em cooperação, todos nós podemos muito mais.

Apesar das nossas dificuldades, do momento em que vivemos na política e na economia, e das extremas desigualdades sociais, temos um grande povo, criativo e trabalhador, temos energia e recursos naturais abundantes que podem servir ao progresso de todos.

Maquiavel já dizia antes de o brasil ser descoberto: Quer conquistar ou dominar um povo, uma nação, ou um pequeno grupo? Divida-o. Dissemine a discórdia.

Separados e divididos, seremos fracos e dominados, manipulados e explorados, por aqueles que já entenderam que só a união do seu povo faz uma nação verdadeiramente forte, justa e soberana.

Do que valem os desfiles e a lembrança apenas no sete de setembro, sem a incorporação do espírito coletivo que deve formar uma nação? A independência nem nasceu de um grito, nem deveria morrer num feriado. A conquista da verdadeira independência é parte de um processo, que se dá dia a dia, passo a passo, com a participação de todos os cidadãos.

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