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[SENAC] HOTEL-ESCOLA SENAC BARREIRA ROXA TEM MAIOR NOTA DE AVALIAÇÃO ENTRE HOTÉIS DA VIA COSTEIRA NO BOOKING.

 

O Hotel-Escola Senac Barreira Roxa conquistou o Prêmio Traveller Review Awards 2020, programa realizado anualmente pelo site de buscas e reservas de hospedagens Booking.com, que tem como objetivo reconhecer os hotéis mais bem avaliados nas notas deixadas por viajantes após sua estadia ou experiência.

O Barreira Roxa recebeu cerca de 279 avaliações, que estabeleceram a nota média de 9,2, incluindo o hotel na categoria “Fantástico”. Essa pontuação o colocou com melhor nota entre os hotéis instalados na Via Costeira, principal corredor turístico da capital potiguar.

“Essa nota é fruto de um trabalho feito com dedicação, zelo e profissionalismo por toda nossa equipe. Ficamos todos muito felizes com o reconhecimento e cada vez mais motivados a oferecer um atendimento de excelência aos nossos hóspedes e visitantes”, afirma o gerente do hotel, Celso Paiva.

Administrado pelo Sistema Fecomércio RN, por meio do Senac, o Hotel-Escola Barreira Roxa foi reinaugurado em 2019, entregando a sociedade potiguar um complexo que surge como um verdadeiro ícone do turismo local. O hotel pode acomodar até 150 leitos e dispõe de salão de jogos, academia de ginástica, espaço infantil, baby copa e área de lazer. A estrutura ainda oferece o Restaurante Navarro, Bar Teófilo, Café Dorian Gray e o Centro de Eventos João Dinarte Patriota, espaços abertos ao público e que se destacam pelos cardápios e decoração que privilegiam a cultura local.

Além da estrutura moderna, o Hotel-Escola se destaca pelo alto nível de excelência desempenhado pela equipe de profissionais, em grande parte formada no Centro de Educação Profissional Barreira Roxa. Instalada no complexo, a escola dispõe de uma estrutura moderna e que atende as exigências do mercado com cozinhas pedagógicas, laboratórios, salas de aula e biblioteca.

“A premiação do Booking ratifica o trabalho executado pelo Sistema Fecomércio RN, através do Senac, na formação dos alunos da Escola Barreira Roxa, que permite a experiência prática do aprendizado no cenário real de um hotel que oferece serviços de excelência”, disse o gerente.

 

Fonte: SENAC RN

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[ Comentário ] A fuga autoritária de #Bolsonaro.

De volta aos tempos da ditadura militar, me recordo de um vídeo em que o General Newton Cruz comandante militar de Brasília, grita com jornalista que lhe fizera perguntas inconvenientes, manda o jornalista calar a boca e depois ainda manda prender o mesmo.

Ontem, Bolsonaro só faltou mandar prender, mas parece ter copiado e colado tal atitude. E o pior é que o seu comportamento é ampliado a cada dia no que diz respeito à imprensa e a jornalistas que ainda têm a coragem de fazer perguntas inconvenientes, mas, que, os políticos e chefes de estado tem, constitucionalmente, a obrigação de respondê-las.

Gritar com jornalista e xingar a mãe deste foi a saída para se esquivar de explicar a relação criminosa e promíscua daquele que responde pela comunicação de seu governo.

Simplesmente, o responsável pela comunicação da “nova política” tem uma empresa que mantem contratos com fornecedores do próprio governo. E o administrador da empresa do chefe da comunicação de Bolsonaro no palácio do planalto é o irmão do adjunto do seu próprio chefe, que é chefe no público e no privado.

Uma ilegalidade, um abuso, um crime explícito.

São coisas assim que ajudam a desgastar ainda mais as instituições e a fortalecer o personalismo e o autoritarismo na política, como nos velhos tempos dos saudosos da ditadura.

E, tudo isso, vem sendo reforçado e as atitude crescendo e se multiplicando pelo simples fato de que não há punição alguma e ainda pelo fato de que em meio a política “futebolizada”, há torcidas organizadas que, irracionalmente, dão razão a atitude como essa e que apoiam a agressão diária que a democracia tem sofrido.

É lamentável que Bolsonaro venha se esquivando de dar satisfações à sociedade e tentando reverter determinados fatos a seu favor, no reforço diário da cantilena de que é um Messias perseguido no meio do deserto.

Reiteramos aqui o nosso apoio ao livre exercício do trabalho necessário da imprensa livre e democrática desse país e que, lamentavelmente, vem perdendo espaço para veículos alternativos e de propriedade estrangeira.

Comunicação e imprensa combativa e independente são instrumentos estratégicos para qualquer país que deseje, civilizadamente, se desenvolver. É uma questão de soberania nacional, tão esquecida pelos militares de plantão.

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[ENTREVISTA] Boa tarde, Cidadão: Pedro Ivo, Fisioterapeuta.

Fala, Cidadão!

Nesta sexta-feira, o Boa Tarde Cidadão, na nossa “sexta da saúde”, contou com a presença do Prof. Pedro Ivo, Fisioterapeuta, diretamente do Laboratório Ortorio! Prof. Pedro veio conversar sobre Escoliose, Cifose, Lordose e mais! Venha se informar!

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[COMENTÁRIO] A FUGA AUTORITÁRIA DE BOLSONARO.

 

De volta aos tempos da ditadura militar, me recordo de um vídeo em que o General Newton Cruz comandante militar de Brasília, grita com jornalista que lhe fizera perguntas inconvenientes, manda o jornalista calar a boca e depois ainda manda prender o mesmo.

Ontem, Bolsonaro só faltou mandar prender, mas parece ter copiado e colado tal atitude. E o pior é que o seu comportamento é ampliado a cada dia no que diz respeito à imprensa e a jornalistas que ainda têm a coragem de fazer perguntas inconvenientes, mas, que, os políticos e chefes de estado tem, constitucionalmente, a obrigação de respondê-las.

Gritar com jornalista e xingar a mãe deste foi a saída para se esquivar de explicar a relação criminosa e promíscua daquele que responde pela comunicação de seu governo.

Simplesmente, o responsável pela comunicação da “nova política” tem uma empresa que mantem contratos com fornecedores do próprio governo. E o administrador da empresa do chefe da comunicação de Bolsonaro no palácio do planalto é o irmão do adjunto do seu próprio chefe, que é chefe no público e no privado.

Uma ilegalidade, um abuso, um crime explícito.

São coisas assim que ajudam a desgastar ainda mais as instituições e a fortalecer o personalismo e o autoritarismo na política, como nos velhos tempos dos saudosos da ditadura.

E, tudo isso, vem sendo reforçado e as atitude crescendo e se multiplicando pelo simples fato de que não há punição alguma e ainda pelo fato de que em meio a política “futebolizada”, há torcidas organizadas que, irracionalmente, dão razão a atitude como essa e que apoiam a agressão diária que a democracia tem sofrido.

É lamentável que Bolsonaro venha se esquivando de dar satisfações à sociedade e tentando reverter determinados fatos a seu favor, no reforço diário da cantilena de que é um Messias perseguido no meio do deserto.

Reiteramos aqui o nosso apoio ao livre exercício do trabalho necessário da imprensa livre e democrática desse país e que, lamentavelmente, vem perdendo espaço para veículos alternativos e de propriedade estrangeira.

Comunicação e imprensa combativa e independente são instrumentos estratégicos para qualquer país que deseje, civilizadamente, se desenvolver. É uma questão de soberania nacional, tão esquecida pelos militares de plantão.

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[COMENTÁRIO] E aí, Dr. #SergioMoro ? Vai ter #operação da #PolíciaFederal ?

A cada dia vão rolando mais e mais ladeira abaixo os discursos angelicais da nova política. O véu já caiu e desnudou a real campanha presidencial de Jair Bolsonaro, de seus filhos e do laranjal do PSL, regado ao gigantesco caixa dois via redes e mídias sociais.

Agora, estamos diante de mais um caso estarrecedor, envolvendo a turma que diz fazer uma nova política também na área da comunicação, dentro do palácio do planalto, e que cria um novo relacionamento com a imprensa brasileira e os jornalistas a quem tanto criticam.

Simplesmente, o chefe da comunicação do palácio do planalto, nomeado pelo Presidente Bolsonaro e com o apoio dos seus filhotes, Fabio Wajngarten, no exercício deste importante cargo público, possui dezenas de contratos entre empresas de comunicação e a sua empresa privada. Típico caso de patrimonialismo, e que, no mínimo, fere a impessoalidade exigida na constituição e a lei 12.813/2013, a qual trata do conflito de interesses na administração federal, proibindo o agente público de exercer atividade que implique a “prestação de serviços ou a manutenção de relação de negócio” com empresas com interesse nas suas decisões.

Imagine se abordarmos o lado ético e moral e se rastreios forem feitos para investigar o caminho por onde circula – e se retorna – dinheiro público às suas empresas. Reportagem publicada pela Folha de São Paulo nesta quarta mostrou que a FW, fornecedora de pesquisas de mídia para o mercado, recebe dinheiro de agências e de TV’s contratadas pela própria SECOM, Ministérios e estatais do Governo Jair Bolsonaro. Além disso, incrivelmente, o responsável pela comunicação do Governo Jair Bolsonaro tem, no palácio do planalto, como seu adjunto, o irmão do administrador da sua própria empresa privada, há mais de um ano. É outro golpe mortal nesta mesma lei federal que proíbe expressamente que o ocupante de cargo no executivo pratique “ato em benefício de pessoa jurídica de que participe ele próprio, seu cônjuge, companheiro ou parentes até o terceiro grau”, ou mesmo que “possa ser por ele beneficiada ou influenciar seus atos de gestão”.

Curiosamente, ao se analisar os contratos com o poder público com os mesmos contratantes das empresas do chefe da comunicação de Bolsonaro, observa-se claramente uma evolução na distribuição da verba publicitária.

Detalhe é que o acusado afirma que não tem nada a temer e que seus contratos estão disponíveis ao público, mas, não apresenta a relação completa, nem os valores pagos em nenhum deles para que os cidadãos tomem conhecimento. Estranho, não?

Não entendo realmente que Governo é esse que prega a abstinência sexual por um lado, mas mantém relações tão promíscuas entre o público e o privado por outro. Como apenas demitir o rapaz para pra fazer o povo esquecer de tudo não adianta, eu pergunto: E aí, Dr. Sérgio Moro? Vai ter operação da Polícia Federal?

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[COMENTÁRIO] E AÍ, DR. SÉRGIO MORO? VAI TER OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL?

 

A cada dia vão rolando mais e mais ladeira abaixo os discursos angelicais da nova política. O véu já caiu e desnudou a real campanha presidencial de Jair Bolsonaro, de seus filhos e do laranjal do PSL, regado ao gigantesco caixa dois via redes e mídias sociais.

Agora, estamos diante de mais um caso estarrecedor, envolvendo a turma que diz fazer uma nova política também na área da comunicação, dentro do palácio do planalto, e que cria um novo relacionamento com a imprensa brasileira e os jornalistas a quem tanto criticam.

Simplesmente, o chefe da comunicação do palácio do planalto, nomeado pelo Presidente Bolsonaro e com o apoio dos seus filhotes, Fabio Wajngarten, no exercício deste importante cargo público, possui dezenas de contratos entre empresas de comunicação e a sua empresa privada. Típico caso de patrimonialismo, e que, no mínimo, fere a impessoalidade exigida na constituição e a lei 12.813/2013, a qual trata do conflito de interesses na administração federal, proibindo o agente público de exercer atividade que implique a “prestação de serviços ou a manutenção de relação de negócio” com empresas com interesse nas suas decisões.

Imagine se abordarmos o lado ético e moral e se rastreios forem feitos para investigar o caminho por onde circula – e se retorna – dinheiro público às suas empresas. Reportagem publicada pela Folha de São Paulo nesta quarta mostrou que a FW, fornecedora de pesquisas de mídia para o mercado, recebe dinheiro de agências e de TV’s contratadas pela própria SECOM, Ministérios e estatais do Governo Jair Bolsonaro. Além disso, incrivelmente, o responsável pela comunicação do Governo Jair Bolsonaro tem, no palácio do planalto, como seu adjunto, o irmão do administrador da sua própria empresa privada, há mais de um ano. É outro golpe mortal nesta mesma lei federal que proíbe expressamente que o ocupante de cargo no executivo pratique “ato em benefício de pessoa jurídica de que participe ele próprio, seu cônjuge, companheiro ou parentes até o terceiro grau”, ou mesmo que “possa ser por ele beneficiada ou influenciar seus atos de gestão”.

Curiosamente, ao se analisar os contratos com o poder público com os mesmos contratantes das empresas do chefe da comunicação de Bolsonaro, observa-se claramente uma evolução na distribuição da verba publicitária.

Detalhe é que o acusado afirma que não tem nada a temer e que seus contratos estão disponíveis ao público, mas, não apresenta a relação completa, nem os valores pagos em nenhum deles para que os cidadãos tomem conhecimento. Estranho, não?

Não entendo realmente que Governo é esse que prega a abstinência sexual por um lado, mas mantém relações tão promíscuas entre o público e o privado por outro. Como apenas demitir o rapaz para pra fazer o povo esquecer de tudo não adianta, eu pergunto: E aí, Dr. Sérgio Moro? Vai ter operação da Polícia Federal?

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[COMENTÁRIO] INÉRCIA DE ÁLVARO DIAS MANTÉM AS PRAIAS DE NATAL INACESSÍVEIS.

 

Um dos sinônimos de cidadania é o acesso.

Acesso às escolas, postos de saúde, aos bares e restaurantes e a um dos maiores ambientes públicos de convivência gratuita entre os cidadãos, que são as praias.

Todas elas deveriam por obrigação do poder municipal serem acessíveis a todos e todas. Nem vou entrar no comentário de hoje nas questões sanitárias, de higiene ou de coleta de lixo e dos banheiros públicos, pois até isso fica acessível à população, à exceção dos deficientes físicos e portadores de alguma necessidade especial.

Estamos tratando aqui do direito constitucional de ir e vir dos cidadãos e vale a pena destacar que promover o acesso às praias, no mínimo às urbanas, não custa caro e é mais barato do que se possa imaginar. tanto o acesso às praias, quanto o acesso ao próprio mar.

A cidade de Maceió, ontem, foi destaque na Folha de São Paulo justamente por garantir este direito a todos os cidadãos, tanto os daquela terra, bem como os turistas que a visitam, com um orçamento irrisório.

Aqui em Natal, e em outras praias do Rio Grande do Norte, “aqui e acolá” o que encontramos são algumas louváveis iniciativas periódicas e pontuais, da SADEF e da ORTORIO, mas nada, absolutamente nada de iniciativa pontual, ou permanente do poder público.

Mas, como justificar esta ausência do poder público, se os custos são tão baratos e não chegam nem de longe a se aproximar do que a prefeitura gasta anualmente com os malfeitos calçadões que são rotineiramente destruídos pelo mar?

Trata-se, meus amigos, do fato de que, no poder municipal, repousa em berço esplêndido o que se classifica como o que há de mais arcaico à frente de sua gestão: um consórcio Alves x Maia, das forças políticas mais antigas deste estado, personificadas na figura do Prefeito de Caicó, Álvaro Dias.

Falta oxigenação, falta vontade, falta iniciativa, falta o olhar para os cidadãos como um todo, o que reflete a acomodação de grupos que estão no poder há mais de setenta anos e, até o momento, sem despontar com perspectivas de renovação, talvez pela falta de oposições mais firmes, vigilantes e com feições mais explícitas e definidas.

Fica registrado o nosso protesto e a nossa cobrança ao Prefeito de Natal (ou seria de Caicó?) Álvaro Dias por acessibilidade nas praias da nossa cidade, por uma questão de justiça e de cidadania.